Publicado por: Eder & Fabi Rezende | 06/04/2014

San Francisco – Existe uma alternativa

Imagine um lugar onde o planejamento urbano é todo voltado aos pedestres e as bicicletas, onde os carros e qualquer coisa barulhenta e poluente esteja em último plano, onde qualquer tipo de preconceito foi varrido há mais de meio século, onde as mesas da maioria dos cafés e restaurantes são comunitárias, onde é fácil achar frutas e legumes orgânicos de produtores locais a preços acessíveis e onde você tem internet pública, rápida e gratuita na rua.

Acredite, ainda existe um lugar na Terra onde as utopias e a crença num modo de vida mais justo e sustentável sobrevivem.

Com apenas 800 mil habitantes e cerca de 10 quilômetros quadrados, você quase vai esquecer que está nos EUA. San Francisco possui uma identidade própria, é linda, limpa e segura e com uma pré-disposição contagiante a vida saudável, capaz de fazer qualquer pessoa sedentária ter vontade de alugar uma bicicleta e sair pedalando pela região de Embarcadero ao cair da tarde.

Pedalar com essa vista é bem mais fácil

Pedalar com essa vista é bem mais fácil

San Francisco é uma das minhas cidades preferidas nos EUA e caminha rapidamente para liderar o ranking. A seguir, algumas dicas e um mini-roteiro dividido por região para aproveitar a cidade ao máximo.

Lombard Street, Fisherman’s Wharf e Alcatraz

– Pegue a linha “Powell-Hyde” do bonde (que não é bem um bonde, é um “cable car”, um carro puxado por cabos de aço colocados no trilho) e desça na parada da Lombard Street, a famosa rua em zigue-zague que é um dos símbolos da cidade. Se der, tente pegar o bonde no ponto de partida, no cruzamento das ruas Powell e Market, perto da Union Square. Lá é bem menos concorrido e é possível pegar o bonde vazio.

– Descendo do bonde, suba a rua no sentido oeste para dar de cara com a Lombard Street.

– Atravesse a Lombard Street e siga caminhando em direção a baía até o Fisherman’s Wharf, apreciando um pouco da região de Russian Hillsa vista da baía e da ponte Golden Gate (que vai fazer “photobomb” em todas as suas fotos tiradas por aí). Antes de chegar ao Wharf, pare na Ghirardelli Square, um shopping fundado na antiga fábrica dos Chocolates Ghirardelli (900 North Point Street ).  Aproveite para visitar as lojas bacanas de souvenirs, de artigos para cachorros e claro, o café da Ghirardelli.

–  Continue caminhando e aproveitando a vista para fazer suas fotos até chegar ao Fisherman’s Wharf, o antigo mercado de peixes e porto usado pelos pescadores da cidade. O lugar foi reformado recentemente e tem várias lojas e restaurantes, além de muita gente . Embora seja coalhado de turistas, é um bom lugar para se comer frutos do mar a preços razoáveis.

– Caminhe pelos piers e siga andando até o Pier 39 para ver os leões marinhos. Os bichos simplesmente se apoderaram do lugar e vivem por ali na boa vida, tomando sol e posando para as fotos. Deve ser legal ser leão marinho em San Francisco.

– Continue pelo calçadão até o Pier 33, de onde sai o tour para Alcatraz.

– Quando voltar de Alcatraz, vá até a Boudin Sourdough Bakery (Pier 39) para restaurar as energias com um sanduíche ou com a tradicional Clam Chowder, uma sopa de mariscos que vem dentro de um pão redondo (o tal do Sourdough). Outra boa opção é ir até a Chestnut Street para jantar ou tomar uma cerveja. Mas não se esqueça: tudo fecha meio cedo em São Francisco.

Não deixe de…

…ir a Alcatraz. É programa de turista, mas a história do lugar é sensacional. A vibe é meio pesada, afinal, seus antigos inquilinos não eram pessoas, digamos, donas de boas maneiras. Pegue o audio guide (de graça e em português) e assombre-se com as histórias e as peripécias da galera que tentava se mandar de lá, embora os três condenados que conseguiram fugir não sobreviveram para contar a história. E preste atenção nas fotos de registro de Al Capone, o único que tirava foto sorrindo, mesmo na cadeia. Era um menino de ouro o velho Al.

…reservar o tour para Alcatraz com a maior antecedência possível, pois é comum esgotar. Compre o seu ingresso pelo site alcatrazcruises.com, que é o único site oficial, administrado pelo Ministério do Interior dos EUA. Com certeza você vai encontrar outros sites que também vendem o tour, mas com uma taxa extra (afinal, eles estão revendendo o bilhete e querem ganhar unzinho em cima de você). Tente agendar o tour noturno, que dá direito a um pôr do sol inacreditável (incluso no pacote!) na baía de San Francisco.

…andar de bonde (ou “cable car”). De preferência em pé nos estribos, que é muito mais legal (e permitido), ainda mais descendo as ladeiras. A passagem custa 6 dólares, independente do destino e você compra dentro do próprio bonde com o motorista chinês que vai te atender num inglês bem pior que o seu.

Golden Gate fazendo photobomb em Russian Hills

Golden Gate fazendo photobomb em Russian Hills

Leões marinhos livin’ la vida loca no Pier 3

Leões marinhos livin’ la vida loca no Pier 3

Mission e Castro

– O melhor jeito de se locomover por San Francisco é de bicicleta. Ou a pé. Porém, já que não é todo mundo que topa viajar em ritmo de Triatlo, ás vezes uma ajuda mecânica é bastante bem-vinda. E a melhor opção em San Francisco é o metrô (conhecido também por BART – Bay Area Rapid Transit), que funciona bem e serve quase a cidade inteira.

– Assim, pegue o BART em direção ao bairro de Mission, o bairro mais latino de San Francisco, e desça na estação 16th Mission.

– Desça a Mission St. no sentido Leste, em direção à 17th Street. No meio do caminho você vai encontrar a Clarion Alley, uma travessa estreita cheia de grafites com mensagens legais. É bem provável que alguém esteja trabalhando num mural ou retocando algum desenho. Porém, mesmo que esteja deserta, pode entrar sem medo. Lembra um pouco o Beco do Batman, na Vila Madalena.

– A Clarion Alley termina na Valencia St., uma rua cheia de lojinhas de roupa, decoração e objetos kitsch. Nada de lojas de rede. Bom lugar para comprar umas tranqueiras e ainda dar uma força para os produtores locais.

– Vire à direita na 17th St. para seguir em direção ao bairro de Castro. Se estiver com fome, por ali tem o Claires Late Kitchen (3505 B, 17th  St), um café com mesas comunitárias e que faz um dos sandubas mais sensacionais de SF, gigantesco, com camadas de rosbife e queijo suíço. Ainda vem com dois potes de molho de carne e mostarda Dijon. Para sossegar o estômago por um bom tempo.

– Caso ainda esteja com fome (impossível…), ou mesmo que não esteja, vale a pena passar no Bi-Rite (3639 18th St), um mercadinho que é uma verdadeira instituição da cidade. Tudo por ali é orgânico, ultra-saudável e comprado de produtores locais, desde as frutas e legumes até a cerveja.

– Virando á direita na 17th St., já é possível avistar um mar de bandeiras de arco-íris, indicando que você está chegando no Castro. Siga até a Castro Street, no coração do bairro gay de SF. Foi no número 575 dessa rua que Harvey Milk montou sua loja de fotografia e tornou-se o primeiro político assumidamente gay a ocupar um cargo público na Califórnia (San Francisco Board of Supervisors). Tem um filme de 2008 do Sean Pean (“Milk”) que conta a história toda.

Não deixe de…

…carregar o seu bilhete do BART com o valor certo. Ele funciona mais ou menos como o bilhete único em São Paulo: você precisa colocar crédito para usar o transporte. No entanto, observe que o valor muda de acordo com a distância que você vai percorrer (ir para estações mais longe custa mais caro e assim vai). É bem fácil, você mesmo coloca crédito na máquina, sem interferência humana e bem do lado tem uma tabela com os valores de cada destino. E caso alguma “alma caridosa” apareça tentando vender por “4 ou 5 dólares” um bilhete que tem 10 dólares de crédito, desconverse. O bilhete de fato tem tudo aquilo de crédito, mas vai ficar inválido no dia seguinte, ou mesmo dentro de algumas horas. Golpe é golpe, mesmo em San Francisco.

…guardar seu bilhete do BART durante todo o trajeto. Ao contrário daqui, é preciso passá-lo na catraca para sair da estação. Caso tenha jogado fora ou não tenha crédito suficiente para descer ali, vai ter que comprar outro.

 Vá de BART. Sempre

Vá de BART. Sempre

Todas as cores do arco-íris em Castro

Todas as cores do arco-íris em Castro

Chinatown, Civic Center e Hayes Valley 

– A Chinatown de San Francisco é a profissa. Cenário de vários filmes e seriados, é a maior Chinatown fora da Ásia.

– Pegue o cable car, desça na parada Chinatown e literalmente se perca por lá. Pode entrar nos becos sem medo, o pior que pode acontecer é você achar uma camiseta sensacional do Bruce Lee. Até as placas de trânsito estão em chinês, o inglês vai ter virado segunda língua.

– Cansou de Chinatown?  Hora de embarcar no BART até Civic Center.

– Chegando no Civic Center, logo á esquerda você verá o Asian Art Museum, com um acervo gigante de arte e objetos asiáticos. Pode entrar que tem bastante coisa legal por lá.

– Logo em frente fica a prefeitura, com uma bandeira de arco-íris na entrada e onde é possível fazer um tour. E antes que você pergunte: “Mas fazer tour na prefeitura?”. Saca só como são os politicos por lá: em 2004, desafiando o governo federal, o então prefeito Gavin Newsom conseguiu passar uma lei que legalizou o casamento gay em San Francisco. Perguntado se ele não deveria se preocupar com assuntos mais práticos, como a coleta de lixo ou as calçadas, sua resposta foi a seguinte: “Não em San Francisco. Aqui, parte do meu trabalho é manter vivas as utopias. San Francisco tem uma responsabilidade com o mundo”.

– Na mesma praça, em volta, ficam as imponentes San Francisco Opera e a San Francisco Symphony. Aproveite para fazer umas fotos bacanas.

– De frente à prefeitura, do lado esquerdo estará a Hayes St. Vá caminhando por lá até Hayes Valley, o bairro mais cool da cidade, cheio de lojas de artistas locais e novos restaurantes. Tem bastante coisa legal, vale a pena perder uma tarde. 

Não deixe de…

…entrar no Asian Art Museum. Eles tem um acervo gigante de arte asiática e sempre tem uma exposição temporária interessante.

…manter a calma caso esteja tendo algum protesto por ali. A praça em frente á sede da prefeitura é o lugar oficial das manifestações em San Francisco. Quando eu estive lá no mês passado, estava acontecendo um protesto de cidadãos ucranianos por causa da situação no país natal deles. Apesar da polícia ter fechado as ruas em volta fazendo parecer que uma invasão alienígena estava prestes a acontecer, tudo ocorreu na maior tranquilidade possível.

…passar no boulevard de Hayes Valley (432 Octavia St) para conferir os food trucks que tem por lá. Além do preço, é possível encontrar coisas bem insólitas, como o sorvete da Smitten Ice Cream. Eles fazem o sorvete na hora (é isso mesmo, fazem na sua frente), apenas 3 sabores disponíveis por dia. Faça cara de que entendeu tudo quando começarem a te explicar que “o sorvete é feito na hora porque, após 24 horas de refrigeração, começam a se formar cristais de gelo que encobrem o sabor e blá, blá, blá…” e peça o de Salted Caramel (se tiver no dia). 

Chinatown, a profissa

Chinatown, a profissa

Sausalito e Tiburón

– Atravessando a Golden Gate fica Sausalito, uma cidadezinha simpática e que merece ser visitada. Dá pra ir de carro (eu fiz isso) ou de bike. Se a sua opção for pedalar, alugue uma bicicleta na Blazing Saddles em Embarcadero (blazingsaddles.com – tem várias unidades espalhadas pela cidade) e se mande.

– Pare um pouquinho na loja da Tcho no Pier 17, uma outra marca de chocolates da Costa Oeste que é sensacional.

– Siga de bike pelo pier, ao longo da baía, para enfim cruzar a Golden Gate.

– Vai ser difícil não se emocionar quando estiver em cima da ponte, com as nuvens passando baixinho e com o Oceano Pacífico embaixo dos seus pés. Aliás, é perfeitamente comum a ponte ser engolida por uma névoa que emerge da baía, mesmo com o tempo bom.

– Depois de cruzar a Golden Gate, são mais 30 minutos pedalando (ou uns 10 minutos de carro) até Sausalito.

– Se você foi de carro (pedalar até lá é só para os fortes), siga as placas e suba até Vista Point, o mirante que tem uma das vistas mais impressionantes de San Francisco.

– Ainda de carro (também dá para ir de bike, mas haja coragem e preparo físico), siga até Tiburón, uma outra cidadezinha próxima que é bem legal, ainda menor que Sausalito.

– Caminhe pela Paradise Drive a beira-mar e deixe o tempo passar. Se conseguir chegar lá a tempo de ver o pôr do sol, melhor ainda.

Não deixe de…

…atravessar a Golden Gate, do jeito que for. A pé, de bike ou de carro, é absolutamente obrigatório.

…ir a Sausalito. A cidade é bem simpática, vale a pena. E ainda dá pra tomar um café no Fred’s Coffee Shop (1917 Bridgeway Blvd), de frente para o mar.

Vista Point. É difícil a vida em Sausalito

Vista Point. É difícil a vida em Sausalito

Quem te leva a San Francisco por um preço mais barato:

– United, Delta e American Airlines, com conexão em Washington, Houston ou Miami.

– A passagem, em média, custa por volta de US$ 1000, mais taxas.

If you’re going to San Francisco…

procure ficar num hotel na região da Union Square. Talvez seja um pouquinho mais caro, mas a localização compensa. Literalmente no centro da cidade, a meio caminho de qualquer lugar, próximo a estação Powell do BART e do cable car. A região ainda tem várias opções de restaurantes e bares que ficam abertos até mais tarde. E que podem salvar a sua pele, já que tudo costuma fechar meio cedo, por volta das 21hrs.

mas a grana tá meio curta, também existem boas opções de hostel. O Green Tortoise (greentortoise.com/san-francisco-hostel) fica no 494 Broadway e tem uma excelente estrutura.

vá tomar uma com o espírito do Jack Kerouac no Vesuvio (255 Columbus Avenue), o bar clássico dos escritores beatniks, bem no final de Chinatown.

…dê uma passada na livraria City Lights. Na mesma calçada do Vesuvio, o lugar era ponto de encontro dos escritores beat e até hoje é comandada por Lawrence Ferlinghetti, o ultimo sobrevivente dessa geração.

…leve sempre um casaco na mochila. Mesmo no verão, a temperatura oscila e tende a cair muito no final da tarde.

…nunca se refira á cidade como “Frisco” ou “Sanfran”. Os locais desconhecem completamente estes apelidos.

…esqueça essa lenda de que americano só toma café fraco e ruim. Experimente ir até o café anarquista Coffee To The People (1206 Masonic Avenue) e perca uma tarde ali. Existem várias opções de café, forte e de qualidade. E em mesas comunitárias, kamrad!

…não pegue táxi para ir e voltar do aeroporto. O BART tem uma estação dentro dos dois aeroportos (SFO International e Oakland), que funciona perfeitamente e é mais barato.

…nem se preocupe em comprar guia de viagem. É só pegar o jornalzinho SF Bay Guardian, de graça e disponível em vários quiosques, lojas e hotéis. Vem com mapa e tudo, e ainda informa sobre a vida cultural da cidade.

…fique de olho nos murais dos cafés para saber sobre shows e eventos alternativos que vão acontecer na cidade. Acontece mais coisa em San Francisco numa semana do que num ano em muita cidade que se acha grande por aí.

…se estiver na cidade num sábado, não perca o Ferry Plaza Farmers Market (www.ferrybuildingmarketplace.com), uma espécie de feira livre que funciona no Pier 39 todo sábado, das 8 ás 14hs. Todas as barracas são de produtores locais e oferecem produtos orgânicos. E o melhor de tudo: as barracas oferecem seus produtos para provar, come-se tanto que dá para dispensar o almoço.

…nem se preocupe em habilitar o celular. A Market Street tem rede  wi-fi pública e aberta, assim como vários estabelecimentos pela cidade.

…não tenha pressa de fazer nada, deixe o tempo passar. San Francisco é o tipo de cidade para curtir devagar, easy rider style.

…tenha sempre em mente que “o que e o quanto você consome é muito mais importante do que em quem você vota”.

Vista de San Francisco desde Alcatraz

Vista de San Francisco desde Alcatraz

Este post foi gentilmente escrito exclusivamente para nosso blog pelo nosso amigo Claúdio Machado Júnior que acaba de voltar de San Francisco.

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Responses

  1. Mais um otimo colaborador do 4 cantos. Otimas dicas”!

    • Ola Ernesto
      realmente o post ficou demais, super completo.

      grande abraço e boa viagem

      Eder

    • Obrigado, Ernesto!

  2. Nossa, que bom esse entusiasmo. Vamos para San Fco!

    • Ola Mariel
      com certeza iremos. A cidade parece ser fascinante e muito diferente do resto dos EUA do qual não sou muito fã. Entrou na lista de lugares a serem visitados.

      abs

      Eder

  3. Amei conhecer SF. Atravessar a Golden Gate de bike tá nas listas dos momentos mais emocionantes que já tive na vida. Além de atravessar a ponte cheguei até Sausalito, uma graça de lugar. San Franscico é realmente um lugar apaixonante espero poder voltar lá no futuro e fazer os mesmos passeios que fiz e novos como o da visita a Alcatraz que não consegui por ter esgotado.

  4. […] https://quatrocantosdomundo.wordpress.com/2014/04/06/san-francisco-existe-uma-alternativa/ […]

  5. […] San Francisco – Existe uma alternativa […]

  6. Das cidades que visitei, sem dúvida San Francisco na California foi a cidade que mais atrações turísticas possui. Da majestosa Golden Gate Bridge, à hollywoodiana Ilha de Alcatraz. Da famosa Lombard Street ao fantástico Twin Peaks (com vista total da cidade) e Marin Headlands, Os divertidos Pier 39 (com seus leões marinhos) e Fisherman’s Wharf, dos tradicionais Embarcadero e Chinatown, do Transamerica Pyramid, das compras na Market Street e Union Square. Dos parques Yerba Buena, Alamo Square, Crissy Field, Mission Dolores Park e Presidio. Andar de Cable Car e passear pelo Ferry Building. Subir na Coit Tower para ter uma visão 360º da cidade. Conhecer museus como o St. Regis e The Walt Disney Family Museum, entre vários outros que existem na cidade. Participei até de uma corrida a pé de 10Km no Aquatic Park, onde tinha gente de todo o mundo. Tomar um chocolate quente no Ghirardelli Square, uffa, enfim, uma infinidade de pontos turísticos. Essa cidade é realmente um espetáculo, uma semana em SFO para tentar conhecer esses lugares, e muitos outros que não citei, por não ter tido tempo de visitar.

    • Ola Hilberaldi
      a cidade é mesmo fantástica e vale a visita.

      Sua mensagem já foi um verdadeiro mini guia

      valeu

      abs

      Eder


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