Publicado por: Quatro Cantos do Mundo | 29/11/2015

Seychelles de A a Z

Seychelles sempre esteve no meu radar de viajante metido a besta. Porém, nunca acreditei realmente que conseguiria colocar os pés lá um dia, ainda mais nesses tempos bicudos de dólar estratosférico que assolam o Brasil.

E foi justamente nessa época, em outubro de 2015, que me vi pisando pela primeira vez no arquipélago, em lugares sempre mencionados pelo Tripadvisor e sites de viagem em geral como os mais bonitos do planeta.

Assim, para não se tornar um negócio muito maçante e não parecer aula de Geografia, criei um minimanual básico de Seychelles com verbetes de A a Z, para que você não precise repetir as mesmas besteiras que eu quando for para lá. Tive que usar toda a minha pouca criatividade para encontrar alguns verbetes, por isso, conto com a sua compreensão, ok? Ok, então vamos lá.

Anse Source D'Argent em Seychelles

Anse Source D’Argent em Seychelles

A de Arquipélago

Localizado no Oceano Índico, Seychelles é um arquipélago formado por 115 ilhas, a Leste do continente africano e a meio caminho da Índia. As ilhas principais e as mais visitadas são Mahé (onde fica a capital Victoria e porto de entrada e saída de todo mundo que visita o país), Praslin (a segunda ilha em extensão, local onde os resorts luxuosos se instalaram) e La Digue (a minha ilha preferida, mais selvagem, ainda livre das cadeias estrangeiras de hotéis e onde você chega a qualquer lugar a pé ou de bicicleta).

 Mapa básico de Seychelles

Mapa básico de Seychelles

B de Barato?

Não, Seychelles é caro, bem caro. Se locomover ou comer por lá, principalmente em Mahé e Praslin, de forma econômica é um desafio e tanto. Assim, se quiser ir para Seychelles, prepare o bolso e não fique fazendo conversões de moeda.

C de Coco de Mer

Também conhecida como “Coco Fesse”, essa é a fruta-símbolo do país, que você verá em todos os lugares, sendo usada em logotipos de empresas locais ou como objeto de decoração. A fruta só é encontrada em estado nativo na ilha de Praslin e seu uso e exportação é objeto de uma intensa regulamentação do governo local. Confesso que quando vi o desenho da fruta pela primeira vez, estampando o logotipo da empresa de barcos que me levaria a Praslin e La Digue, achei que se tratava de um desenho machista e grosseiro, que traduzia mal a cultura creole de Seychelles. Mas era só o Coco de Mer, enganando mais um turista desavisado.

Este é o Coco de Mer ou o Coco Fesse

Este é o Coco de Mer ou o Coco Fesse

presente em todos os logos de lojas do país

presente em todos os logos de lojas do país

C de Comida

Comer em Seychelles é fácil e não exige muito esforço. Nem é preciso andar muito para encontrar pizzas e pratos internacionais. Mas tome muito cuidado com a cozinha creole: fortemente influenciada pela Índia, a comida tradicional do país é bem condimentada e apimentada, um verdadeiro perigo para o viajante de estômago frágil, ainda mais sob um calor de 30 e tantos graus.

Cozinha creole. Só para os fortes

Cozinha creole. Só para os fortes

C de Como chegar

Saindo do Brasil, a melhor opção é a South African Airways (www.flysaa.com), com escala em Johanesburgo. De lá, pega-se um voo da Air Seychelles, companhia aérea que pertence, em parte, à Etihad Airways. Comprei todos os voos pelo site da South African, que tem codeshare com a Air Seychelles. Essa foi a opção mais barata e prática e que na verdade foi o que me possibilitou ir para Seychelles. As outras cotações que eu fazia tinham valores tão absurdos que eu já estava a ponto de desistir de viajar.

D de Dinheiro

A moeda oficial de Seychelles é a Rúpia (SCR). Um Real brasileiro valia pouco mais de 3 Rúpia de Seychelles ao câmbio do dia 3/11/2015. Mas não saia por aí comemorando: os preços de absolutamente tudo no arquipélago são indexados ao Euro. Ou seja, você vai pagar tudo em Rúpia, mas o seu bolso vai sentir o peso implacável do Euro.

Rúpias seichelenses secando após um rápido mergulho no Oceano Índico

Rúpias seichelenses secando após um rápido mergulho no Oceano Índico

E de Explorando

Mahé é a ilha principal de Seychelles, por onde todo mundo entra ou sai do país. De lá, é possível ir para outras ilhas de barco (o meio mais barato e prático) ou mesmo de avião. Os aviões que voam entre as ilhas são pequenos e, devido aos ventos que atingem a região, um verdadeiro teste cardíaco mesmo para o viajante mais radical.

Vai encarar?

Vai encarar?

F de Ferry

Ir de ferry (também chamado de “barco” pelo viajante mais ortodoxo) é o principal meio de locomoção de Seychelles. Duas empresas operam os tours: a Cat Cocos (www.catcocos.com), que opera a partir de Mahé para Praslin e La Digue e a Cat Rose (www.seychelles-reservations.com/seychelles-online-sc/horaires-liaisons-cat-rose-inter-island-ferry.php), que só opera entre Praslin e La Digue. Compre as passagens pelo site com alguma antecedência (você só paga quando chegar lá), já que os barcos costumam lotar. Como tudo em Seychelles, os preços das duas companhias são os mesmos. Ache o melhor horário e o que for mais prático para você e se mande.

Ferry da Cat Cocos. Também conhecido como “barco”

Ferry da Cat Cocos. Também conhecido como “barco”

G de Gangues

Eles andam em bando. Aparecem sorrateiros em todos os lugares, principalmente ao cair da noite. Espalham o mais profundo medo e terror mesmo no viajante mais corajoso. Mais avassaladora que a gritaria de turistas italianos, mais impressionante que a fúria de turistas alemães, as gangues de morcegos gigantes de Seychelles é o aspecto mais pavoroso que você vai ter que encarar na ilha. Pense num poodle com asas e que se pendura nas árvores. É mais ou menos isso.

Poodle com asas

Poodle com asas

H de Hotéis

Se hospedar em Seychelles é um desafio e tanto. Gastar pouco, então, é missão impossível mesmo para o viajante mais muquirana. Mesmo assim, pesquisando bastante e com antecedência, é possível ficar em lugares limpos e razoáveis pagando pouco (para os padrões de Seychelles, é claro). Em Mahé, ficamos no Morels Apartments (www.morelsseychelles.com – 100 Euros/dia) que não é bem um hotel, mas sim um conjunto de apartamentos no esquema self-catering. Destaque para o dono do lugar, Richard Lautee, que encheu a geladeira com comida e bebida antes da nossa chegada, nos deu carona no próprio carro até o porto e ainda resgatou a mala que esquecemos no táxi (que ele mesmo havia reservado e mandado para o aeroporto). E tudo isso sem cobrar nada a mais! Ainda por cima, reservei tudo aqui no Brasil e só paguei em dinheiro vivo quando cheguei lá. Em Praslin, ficamos no Palm Beach Hotel (www.palmbeachseychelles.com – 100 Euros/dia), um hotel sem muitos atrativos, mas que era limpo e confortável. Em La Digue, a dica é o Gregoire’s Apartments (www.ladigue.sc/gregoire.php – 80 Euros/dia), situado no centro da ilha e próximo ao porto.

I de Idioma

Seychelles tem três idiomas oficiais, ensinados nas escolas: inglês, francês e creole (sim, os seichelenses são trilíngues). Entretanto, nas ruas e no dia-a-dia, o que domina mesmo é o creole, uma espécie de francês simplificado, cuja grafia se assemelha muito ao francês falado. Se você fala francês, vai se divertir tentando decifrar o que os locais estão falando em creole.

O creole em todo o seu esplendor

O creole em todo o seu esplendor

J de Jeitinho Seichelense

Se você é do tipo que adora um recibo, pula de alegria quando recebe um comprovante e dá voltas olímpicas quando chega uma confirmação por e-mail ou SMS, esqueça Seychelles. No arquipélago, tudo o que você combina é na base da confiança, seja o táxi, o hotel ou o passeio. E acredite, mesmo parecendo que nada vai acontecer, tudo dá certo no final.

K de Kaz

“Kaz” significa “casa” em creole. 99% dos estabelecimentos comerciais carregam o “kaz” como prefixo no nome. Funciona como o “chez” no francês.

Comemos uma pizza bastante digna no Kaz Kreol

Comemos uma pizza bastante digna no Kaz Kreol

K de Kokozone

Gentilmente apelidado por nós de “Cocôzone”, esse simpático serviço de internet promete wi-fi em qualquer lugar das ilhas. Teoricamente, basta você comprar o cartão, raspar o campo indicado para acessar a senha, digitá-la no seu gadget e… voilà! Acontece que o serviço é uma porcaria. A internet é instável e funciona, mal e porcamente, somente no centro de Victoria e na região dos portos. E olhe lá. A minha intenção inicial era comprar o cartão do Kokozone que tem duração diária e, caso o serviço fosse realmente bom, compraria o cartão semanal. Porém, estranhamente, o vendedor só tinha cartões semanais, pelos quais eu joguei fora desembolsei 300 Rúpias.

O simpático Kokozone, que me levou 300 rúpias

O simpático Kokozone, que me levou 300 rúpias

L de La Digue

La Digue se tornou a nossa ilha predileta em Seychelles. Pequena, plana e livre dos resorts ultraluxuosos de Praslin, é possível chegar a pé ou de bicicleta a qualquer ponto da ilha. Além disso, existem pouquíssimos carros, o que torna tudo ainda mais legal. Na minha opinião, as praias mais inacreditáveis de Seychelles, como Anse Source D’argent, estão em La Digue. Caso você não pertença à família real da Arábia Saudita, não seja um ator de Hollywood e esteja viajando com um orçamento de padrões brasileiros, La Digue é o seu lugar.

La Digue, a predileta da casa

La Digue, a predileta da casa

M de Mahé

Mahé é a ilha principal de Seychelles, onde fica o aeroporto e a capital do país, Victoria. Devido ao horário dos barcos que partem para Praslin e La Digue, você vai ter que passar pelo menos duas noites em Mahé, ao chegar e ao sair do país. No entanto, para os padrões de Seychelles, as praias de Mahé são sem graça. Dois dias na ilha são mais do que suficientes.

Mahé, o seu porto de entrada e saída de Seychelles

Mahé, o seu porto de entrada e saída de Seychelles

N de Net

A internet é uma das principais queixas dos turistas em Seychelles, sempre lenta e instável. O melhor a fazer é aderir ao espírito creole e deixar para acessar o seu e-mail ou usar o Skype para um dia, um momento, quem sabe, quando o sinal se estabilizar na rede do seu hotel por pelo menos uns dois minutos. Aproveite para descansar e minimize a importância da internet em Seychelles.

O de Onde ficar

Se você é bilionário e não tem nenhuma preocupação com dinheiro, poderá ficar em ilhas privativas que mal aparecem em alguns mapas de Seychelles, como North Island. Foi lá que o casal real do Reino Unido, William e Kate Middleton, passou a lua-de-mel. Em Mahé, ninguém fica mais do que três dias, já que a ilha serve mais para chegar e sair do país. Caso você seja apenas um milionário comum, a sua ilha é Praslin, onde os resorts luxuosos vão providenciar tudo e mais um pouco e você sequer vai lembrar que, no fundo, no fundo, está na África. Mas, se você for um viajante teimoso, que não se importa de ter contato com a população local e que faz questão de ir para Seychelles, o seu lugar é La Digue, onde as coisas ainda são bem mais simples e baratas.

O de Ônibus

Pegar ônibus em Seychelles é fácil, barato e, até certo ponto, divertido. Por meras 5 rúpias (cerca de 1,40 reais), você pode chegar a qualquer ponto de Mahé ou Praslin (em La Digue não existe transporte público), pagando o valor diretamente para o motorista (que vai ficar com um humor péssimo se você, desavisado, aparecer com uma nota de 100 rúpias para pagar duas passagens). O único problema é que os ônibus, fabricados pela empresa indiana Tata, são apertados e, por lei, não permitem mais do que 10 pessoas em pé. Além disso, caso você esteja carregando malas ou mochilas um pouco maiores, os motoristas sequer irão parar para você subir.

5 rúpias por cabeça nessa criança

5 rúpias por cabeça nessa criança

E a emoção é garantida

E a emoção é garantida

P de Praslin

A ilha mais divulgada de Seychelles, presente em todos os cartões postais do arquipélago, paraíso dos ricos, famosos e dos resorts ultraexclusivos. Como a ilha é montanhosa e entrecortada por estradas, é impossível andar a pé. Você terá que apelar para ônibus, táxis extorsivos ou mesmo alugar um carro. Se a sua opção for essa última, pense bastante: dirigir na mão inglesa, dividindo espaço com ônibus e vans em estradas sem guardrails e que terminam em um abismo, é uma aventura que exige um alto índice de preparo psicológico e emocional do viajante mais arrojado.

Praslin. Cara e temperamental

Praslin. Cara e temperamental

Q de Quando ir

Como todo país nesta latitude, Seychelles tem duas estações: a quente e a muito quente, com a temperatura anual se mantendo em uma média de 28 graus. De qualquer forma, por estar fora da região atingida por tufões, qualquer época do ano é boa para visitar o país. Agosto e setembro são os meses mais secos. A temperatura baixa um pouco em outubro, que serve como um intervalo para o período das monções, mais chuvoso, entre novembro, dezembro e meados de janeiro. A chuva segue moderada e com a temperatura em elevação no primeiro trimestre do ano, fazendo de abril e maio os meses mais quentes. Porém, é justamente nessa época que as algas invadem as praias e o mar fica mais agitado. Dica: vá em outubro. Apesar de chover um pouco, as condições climáticas são melhores e a presença de algas diminui.

R de Roubadas

Passar por roubadas é algo obrigatório para qualquer viajante que se preze. Uma roubada clássica de Seychelles é pegar táxi sem negociar o preço antes: é certeza que você será extorquido. Outra antológica é comprar o serviço de internet do Cocôzone Kokozone.

S de Source D’argent

Na minha opinião, a praia mais impressionante de Seychelles. Águas calmas e cristalinas, cheias de peixes coloridos, perfeitas para mergulhar. Fica em La Digue, dentro de um parque nacional. Você pode entrar pelo parque (e pagar 100 rúpias por pessoa) ou ir caminhando por fora dele, tendo que driblar as famosas pedras de granito da ilha. De um jeito ou de outro, é obrigatório ir a Anse Source D’argent.

Anse Source D’argent – La Digue

Anse Source D’argent – La Digue

T de Taxímetro

Nenhum táxi tem taxímetro em Seychelles (onde você acha que está? Na Dinamarca?). Se estiver indo para o aeroporto ou ficou perdido no meio do nada e precisa apelar para um táxi, negocie o preço antes. E nem adianta leiloar a corrida entre os taxistas, já que todos cobram o mesmo preço com base em uma tabela etérea, extraoficial, e que todos parecem ter decorado.

T de Tempo

O tempo em Seychelles é um capítulo à parte: em meia-hora, pode cair um temporal avassalador, voltar a fazer sol e cair o mundo de novo. Esqueça o tempo e não se preocupe com capas ou guarda-chuva. Você vai se molhar e secar o tempo todo (e vai torcer para o tempo fechar e cair uma tempestade para dar um refresco no calor).

U de Ultraexclusivo

Todas as praias de Seychelles são públicas. Porém, em Praslin, alguns resorts ultraexclusivos se apoderaram ficam em praias sensacionais e exigem que você faça uma reserva com antecedência caso queira visitar alguma praia e tenha que passar pelas dependências do hotel sem estar hospedado lá. É o caso do Constance Lemuria (www.constancehotels.com/en/hotels-resorts/seychelles/lemuria/golf/ – 700 Euros/dia), que fica na praia de Anse Georgette. Sob a alegação de que você vai ter que atravessar o campo de golfe deles para chegar à praia, eles pedem que você ligue antes pedindo para ir lá. Sob protestos, me humilhei tentei duas vezes, implorando para que eles me deixassem visitar a praia deles e não consegui. Ultimamente, tem acontecido alguns protestos dos moradores locais, que são impedidos de visitar as praias ou são ameaçados pelos seguranças dos resorts.

Anse Georgette. Só em foto

Anse Georgette. Só em foto

e que fotos

e que fotos

V de Visto

Portadores de passaportes brasileiros precisam de visto para entrar em Seychelles. Porém, não se preocupe: o visto é conseguido na hora, na chegada ao aeroporto, de forma gratuita. Leve os comprovantes dos hotéis e o seu itinerário de voos, pois os agentes da imigração realmente pedem para ver a papelada. Não se esqueça também de estar com a vacina da febre amarela em dia e de levar a carteirinha de vacinação grampeada no passaporte.

Coco de Mer enfeitando o visto

Coco de Mer enfeitando o visto

X de Xii…

Nada em Seychelles acontece do jeito que você quer ou na hora em que você acha que vai acontecer. Se o seu barco está programado para sair às 11:45hs, isso significa que ele pode sair às 11:30hs ou às 12:20hs. Está na placa que o ônibus passa no seu ponto às 10hs? Calma, no máximo, às 10:35hs ele está chegando. O embarque da Air Seychelles parece a 25 de março na véspera do Natal? Pessoas sem cartão de embarque furam a fila e invadem a pista como se estivessem no quintal de casa? Está se preocupando à toa. Todos embarcarão (com uma hora de atraso, mas embarcarão) e o seu avião chegará ao destino são e salvo.

Z de Zero preocupação

Ao colocar os pés em Mahé, deixe para trás todas as preocupações mundanas. Você está em Seychelles, um dos lugares mais surrealmente belos da Terra, com níveis escandinavos de criminalidade e violência. Esqueça as preocupações, encarne o espírito creole e acredite: mesmo não parecendo, tudo vai dar certo no final.

Grand Anse – Praslin

Grand Anse – Praslin

Este post foi escrito por nosso amigo e colaborador Claúdio Machado Júnior com experiências reais baseadas em sua mais recente viagem a Seychelles.

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Responses

  1. Ótimo post! Excelente texto e lindas fotos! Parabéns!

  2. Tem como fazer o passeio mas… sem emoção? Grande post, mais uma vez

  3. Nossa, adorei saber de Seychelles!
    So conhecia das plaquinhas na abertura de Jogos Olimpicos.🙂
    Nao conheco ninguem que ja tenha ido la.
    Obrigada pelas dicas.
    Como diz o samba carioca: “eh de dar agua na boca…”

    • Ola

      agora você já conhece alguém que foi para lá

      se precisar de dicas é só falar

      bjs

      Eder

  4. […] Seychelles de A a Z […]

  5. […] Seychelles de A a Z […]

  6. […] Seychelles de A a Z […]


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